Conquista: CBH-Doce passa a ter representante no Conselho Curador da Fundação Renova


23 out/2017

O conselho tem entre suas atribuições a função de aprovar ações desenvolvidas pela fundação, para reparação e compensação dos danos decorrentes do rompimento da barragem de Fundão

IMG_2058O arquiteto e urbanista, especialista em Engenharia Sanitária e Ambiental, José Ângelo Paganini é o novo integrante do Conselho Curador da Fundação Renova. Paganini foi indicado pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (CBH-Doce), com o aval do Comitê Interfederativo (CIF), para representar o colegiado no conselho, que tem entre suas atribuições o papel de realizar o planejamento anual e plurianual da entidade, fazer orçamentos e contratações, bem como aprovar os planos e programas de reparação e compensação dos danos, decorrentes do rompimento da barragem de Fundão, conforme previsto no Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC). “Espero que, com a minha experiência adquirida na área de urbanismo e gestão ambiental, aliada ao trabalho voluntário desenvolvido por mim junto a ONGs, conselhos e comitês, na  formulação de políticas públicas, eu possa contribuir de forma efetiva para a recuperação e revitalização da importante Bacia Hidrográfica do Rio Doce, degradada e esquecida”.

O Conselho Curador é atualmente presidido por Wilson Nélio Brumer, representante da BHP, e tem como vice-presidente Alberto Ninio, indicado pela mineradora Vale. Também participam o advogado Pedro Aguiar de Freitas e o engenheiro eletricista, Ricardo Eugênio Jorge Saad, indicados pela Vale, além do cientista ambiental, Ian Burton Wood, e o advogado Flávio de Medeiros Bocayuva Bulcão, indicados pela BHP. Paganini, que está também à frente da vice-presidente do CBH-Piracicaba/MG, destaca a importância dos Comitês de Bacia e da Fundação Renova trabalharem de forma consonante, a fim de promover a soma de esforços para a recuperação ambiental dos territórios impactados. “As duas entidades precisam se aproximar e trabalhar em conjunto para evitar a duplicidade de ações e propiciar a racionalização de recursos disponíveis”, destacou Ângelo.


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