Novos membros do CBH-Guandu tomam posse para exercício até 2020


12 abr/2017

Durante encontro realizado em Afonso Claudio também foi empossada a nova diretoria

Foram empossados na manhã do dia 11 de abril, durante reunião do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Guandu (CBH-Guandu), realizada em Afonso Claudio/ES, os membros habilitados no processo eleitoral para compor o plenário durante o mandado de 2017 a 2020. Os membros foram habilitados após inscrição e aprovação dos documentos no processo eleitoral.

“Para aprimorar a gestão de recursos hídricos na nossa bacia precisamos contar com o apoio de todos os atores envolvidos. A plenária do CBH-Guandu é composta por 24 membros, sendo 12 titulares e 12 suplentes. As vagas são distribuídas igualmente entre representantes do poder público municipal e estadual, usuários dos recursos hídricos e sociedade civil”, esclareceu Debora Henrique da Silva, membro da comissão eleitoral. Débora explicou ainda que a participação da sociedade civil nesse processo foi baixa, por isso será aberto um processo eleitoral continuado. Para entender todo o trâmite da eleição, acesse nosso site.

Nova diretoria

Foi eleita a nova diretoria do CBH, que agora é composta por: Kamila Vilas Pessoti Rodrigues, representante da Sociedade Civil, no cargo de presidente; Eduardo Vemoero Vivacqua da Ferreira, como vice-presidente, representando os Usuários; e Jonnyr Gonçalves Moreira, como secretário executivo, representante do Poder Público Municipal.

A nova presidente pediu comprometimento aos conselheiros na renovação da gestão do comitê e apoio para dar continuidade às ações em desenvolvimento. “O CBH-Guandu é um comitê relativamente novo e pequeno, mas somos referência na região. Temos muito trabalho pela frente e precisamos que todos vistam a camisa para, por exemplo, não deixar de implementar a cobrança em nossa bacia”, disse Kamila.

Assuntos gerais

Durante o encontro, a conselheira do CBH, Valdete Soares dos Santos, destacou as pautas levantadas e apresentadas durante reunião do CBH-Doce (comitê de integração, que tem participação de membros de todos os CBHs que compõem a Bacia do Rio Doce). “O CBH-Doce aprovou a indicação das áreas para a recuperação das nascentes pela Fundação Renova, conforme previsto no TTAC. O documento, elaborado pela Câmara Técnica de Gestão de Eventos Críticos (CTGEC), com o apoio do IBIO, fez uma análise e emitiu parecer técnico indicando as áreas para a recuperação das 4.500 nascentes, sendo que as 500 primeiras recuperadas também foram indicadas pelo comitê”, disse Valdete. Para entender melhor a proposta defendida pelo comitê acesse.


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