Setor de Programas e Projetos em atividade


9 mar/2017

Os analistas de programas e projetos do IBIO-AGB Doce mantêm contato permanente com os representantes dos comitês, a fim de acompanhar, de forma integrada, as ações e programas desenvolvidos na Bacia do Rio Doce. Eduardo Costa, Gabriela Soares e Cynthia Franco, respectivamente, apresentaram nas plenárias dos CBHs Caratinga, Suaçuí, Piranga e Santo Antônio, o Programa de Convivência com as Cheias (P31), que prevê a realização de atividades de monitoramento das bacias, por meio de dados hidrométricos coletados pelas estações fluviométricas e pluviométricas, registros da Defesa Civil e acompanhamento da ocupação de áreas de risco por imagens de satélite.  “Num primeiro momento, os comitês adquiriram imagens digitais de satélite com alta resolução espacial e respectivos modelos digitais do terreno e curvas de nível de áreas urbanas de 26 municípios da Bacia do Rio Doce”, explicou Eduardo durante a plenária do CBH-Caratinga, realizada no dia 2 de fevereiro, em Santa Bárbara do Leste.

IMG_6323 (Eduardo)

“Além dos produtos adquiridos serem importantes para os próximos passos do P31, eles podem ser utilizados pelos municípios para o monitoramento das expansões urbanas, identificação de ocupações em áreas suscetíveis a inundações, mapeamento de ruas. Essas informações auxiliarão no planejamento e na regulação do uso do espaço urbano”, comentou Gabriela Soares, durante a reunião ordinária do CBH-Suaçuí, realizada em Governador Valadares, no dia 16 de fevereiro.

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Já durante a reunião ordinária do CBH-Santo Antônio, em Itabira, no dia 22 de fevereiro, Cynthia explicou que o programa busca prevenir inundações e reduzir perdas humanas e econômicas causadas por cheias. A iniciativa prevê o acompanhamento e a previsão de eventos extremos, manutenção e ampliação do atual sistema de alerta para a população, estudos de viabilidade de intervenções estruturais e não estruturais que auxiliem na prevenção e redução dos efeitos das cheias, além de ações de apoio à Defesa Civil na mitigação e enfrentamento das cheias. “O Comitê da Bacia do Rio Doce investiu mais de R$ 500 mil no P31, graças aos recursos oriundos da cobrança pelo uso da água”, concluiu a analista.

Em todas as reuniões foram entregues aos representantes dos municípios os subsídios adquiridos por meio do programa.

 


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